domingo, 30 de agosto de 2015

A Menina no balanço

      Essa historia ocorreu comigo quando eu era pequeno, morava em uma cidade do interior de São Paulo na região noroeste do estado. Minha mãe sempre me proibia de eu ir a um parquinho que ficava perto de casa e só me deixava ir em um parquinho que ficava mais longe nunca pude entender seus motivos.
            Anos depois minha mãe faleceu , e uma irmã da minha mãe que não morava na cidade veio para cuidar de mim e morar na cidade ela havia saído da cidade há muito tempo e não conhecia  quase nada. Certa vez ela me deixou ir a aquele parquinho que minha mãe nunca me deixou ir , eu fui ,cheguei lá não havia nenhuma criança mais fui brincar assim mesmo escorreguei no escorregador brinquei no trepa trepa , quando saí do gira-gira vi uma menina de preto, pele bem branca ,franja e cabelos negros da minha idade brincando no balanço e então foi ate lá .Eu e ela brincamos juntos ate escurecer foi quando ela me pediu para eu ir ate a casa dela senão o pai dela ficaria bravo dela chegar sozinha já escuro , como eu conhecia a cidade inteira não vi problema nenhum e fui .
           Chegando próximo ao um muro alto ela começa a dizer esta perto , esta perto e o murro era o do cemitério eu comecei a ficar com muito medo , foi então que ela disse chegamos era a porta do cemitério foi então que ela começou a se transformar para um monstro eu saí correndo chorrando e sem olhar pra trás.
            Aquele foi o pior dia da minha vida , agora eu só me pergunto , será que minha mãe sempre quis me defender evitando de que eu fosse lá ? sera que ela sabia disso ? como ? e o que era aquela garota que eu encontrei no balanço.


domingo, 19 de abril de 2015

Era uma vez , um EX

       Aline é uma garota independente , certa vez foi desafiada a passar a noite em um casarão antigo do séc XVIII abandonado , ela então se recusou e foi  "zoada" pelo seu ex-namorado . Então em um dia quente de verão, Aline foi pega em uma chuva repentina, e o seu único esconderijo era o casarão.
        Sem escolha ela entrou , a casa era velha , havia lenções cobrindo todos os moveis ,e tinha teias de aranha por toda parte. Assutada ela ficou perto da porta esperando a chuva passar , foi então que ela levou um susto , era o seu ex com uma fantasia , Aline ficou furiosa bateu com muita força a porta.
 ----  Prefiro tomar chuva, do que ficar perto de você ! 
       Mais tarde , ao tentar sair do casarão, já no final da tarde o ex de Aline tentou abrir a porta , mas ela estava enterrada , escurecia e após o sol se por , ouve-se um grito de pavor vindo da casa , logo apos o fato , ninguém nunca mais viu o jovem .

quarta-feira, 15 de abril de 2015

PIANO

   

      Cristiano dormia deitado com sua esposa Tereza . Era quase meia noite e relampeava lá fora , porém não chovia , Cristiano então ouve um piano tocar ,ele então levanta , olhou para sua esposa que estava dormindo e se questionou .
--- Minha  mulher é quem toca, então quem esta tocando ?
      Andou ate chegar a porta do quarto , respirou fundo . O piano ficava no andar debaixo e para chegar lá tinha que descer a escada . ao abrir a porta caminhou até chegar a escada, ao começar a descer uma marcha fúnebre  começou a tocar , e a cada degrau descido a musica ficava mais e mais alta, até que quando Cristiano havia terminado de descer a escada. Ele houve um som da batida da tampa do teclado do piano 
      Tereza acorda e sai do quarto correndo , nesse momento começa um temporal de vento ao olhar para o térreo de sua casa ela vê seu marido morto caído na escada sem ferida ou sangramento , apenas morto.

Descendo a serra

     Descendo a serra

      Tínhamos ido a uma festa  na cidade vizinha , estávamos em três , eu ,Antônio e o Souza . Havíamos bebido muito e voltávamos de carro , só que entre a minha cidade e a da festa teríamos que descer uma serra ate chegar em casa . Já se passava das 2:50 da manhã em uma noite escura e sem lua nublada .
       De repente uma luz forte nos cegou , essa luz parecia estar em cima do carro , eu estava assustada e o Antônio que dirigia freou o carro , Souza foi o primeiro a descer do carro.
        Depois disso só me lembro de ter acordado, deitada no meio do acostamento da pista , com o dia já claro . Eu estava toda aranhada , nas pernas , braços e nas  costa , o Antônio estava mal vomitava e tinha fortes dores de cabeça já o Souza estava sem voz e tinha dificuldades em urinar . Fomos pra casa e lá contamos o que havia acontecido, mas ninguém acreditou , achavam que era efeito da cerveja , e que as marcas fossem de uma briga na festa , mas ninguém consegui-o explicar , quando fomos no hospital e lá em um raio-x apareceu um objeto metálico dentro da pele .