Aline é uma garota independente , certa vez foi desafiada a passar a noite em um casarão antigo do séc XVIII abandonado , ela então se recusou e foi "zoada" pelo seu ex-namorado . Então em um dia quente de verão, Aline foi pega em uma chuva repentina, e o seu único esconderijo era o casarão.
Sem escolha ela entrou , a casa era velha , havia lenções cobrindo todos os moveis ,e tinha teias de aranha por toda parte. Assutada ela ficou perto da porta esperando a chuva passar , foi então que ela levou um susto , era o seu ex com uma fantasia , Aline ficou furiosa bateu com muita força a porta.
---- Prefiro tomar chuva, do que ficar perto de você !
Mais tarde , ao tentar sair do casarão, já no final da tarde o ex de Aline tentou abrir a porta , mas ela estava enterrada , escurecia e após o sol se por , ouve-se um grito de pavor vindo da casa , logo apos o fato , ninguém nunca mais viu o jovem .
domingo, 19 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
PIANO
Cristiano dormia deitado com sua esposa Tereza . Era quase meia noite e relampeava lá fora , porém não chovia , Cristiano então ouve um piano tocar ,ele então levanta , olhou para sua esposa que estava dormindo e se questionou .
--- Minha mulher é quem toca, então quem esta tocando ?
Andou ate chegar a porta do quarto , respirou fundo . O piano ficava no andar debaixo e para chegar lá tinha que descer a escada . ao abrir a porta caminhou até chegar a escada, ao começar a descer uma marcha fúnebre começou a tocar , e a cada degrau descido a musica ficava mais e mais alta, até que quando Cristiano havia terminado de descer a escada. Ele houve um som da batida da tampa do teclado do piano
Tereza acorda e sai do quarto correndo , nesse momento começa um temporal de vento ao olhar para o térreo de sua casa ela vê seu marido morto caído na escada sem ferida ou sangramento , apenas morto.
Descendo a serra
Descendo a serra
Tínhamos ido a uma festa na cidade vizinha , estávamos em três , eu ,Antônio e o Souza . Havíamos bebido muito e voltávamos de carro , só que entre a minha cidade e a da festa teríamos que descer uma serra ate chegar em casa . Já se passava das 2:50 da manhã em uma noite escura e sem lua nublada .De repente uma luz forte nos cegou , essa luz parecia estar em cima do carro , eu estava assustada e o Antônio que dirigia freou o carro , Souza foi o primeiro a descer do carro.
Depois disso só me lembro de ter acordado, deitada no meio do acostamento da pista , com o dia já claro . Eu estava toda aranhada , nas pernas , braços e nas costa , o Antônio estava mal vomitava e tinha fortes dores de cabeça já o Souza estava sem voz e tinha dificuldades em urinar . Fomos pra casa e lá contamos o que havia acontecido, mas ninguém acreditou , achavam que era efeito da cerveja , e que as marcas fossem de uma briga na festa , mas ninguém consegui-o explicar , quando fomos no hospital e lá em um raio-x apareceu um objeto metálico dentro da pele .
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